domingo, 19 de abril de 2009
Tecnophobia
Therion...
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Therion essa é a banda.
Show pra galera ai.

Ó noite enluarada, tú que encantas e preenche corações apaixonados;
Permita também apaixonar-me por alguém que ainda não conheci;
Enquanto caminho por esta noite escura e cheia de negras nuvens;
Enxuga-me as estranhas lágrimas que caem de meu rosto incrédulo;
Incrédulo de não mais acreditar em almas gêmeas e eternas;
E estranhas por não entender a intenção de sua existência em meus olhos;
Em meu coração vazio que se debate de desespero dentro de meu peito;
Apenas a agonia de estar eternamente e cruelmente sozinho;
Caminhando embriagado pelas ruas frias, eis que ainda procuro inutilmente;
Um singelo, mas porém reconfortante cigarro em meus bolsos vazios;
Alheio a todas as bíblias e palavras que não me confortam mais;
Suspiros de tantas desilusões que se tornaram freqüentes como fossem hereditárias;
Eu escravo da melancolia, vivo eternamente ao abismo clamando com amor;
Que me mostre o significado de amar e o que é o doce aroma de um beijo.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Renascido das Cinzas
Bom sem muitas palavras no momento mas quero pedir à aqueles que se interessarem publicar seus poemas, frases ou pensamentos aqui podem ficar à vontade ou então me envie para o meu e-mail: filho_das_sombras@hotmail.com que com toda certeza eu publicarei. Bom espero que gostem desse meu trabalho.
Beijos pobres mortais.
Sem lápide , sem flor,
No mais profundo esquecimento
Sepultando junto
Toda minha dor.
Sepultarei
Minhas lembranças
E toda saudade que sinto de ti...
No mais profundo esquecimento, no
Lamento de cada dia que perdi.
Sepultarei este sentimento
E junto dele minha esperança , minha ilusão
Sangrando a alma...
Feito lança fincando o coração.
Enterro-te , meu sentimento,
No poço fundo que me lançastes,
Permaneça lá no fundo de onde saíste
E nunca mais me vem afligir.
Sepultando-te eu sobrevivos
Em lamúrias...sem sofrimentos,
Encontrando minha luz,
Afugentando meu tormento.
Sepulto este amor
No mais profundo esquecimento,
Sem ressentimento.
Sem lápide , sem flor.

Um poema meu, um dos mais recentes:
Despresos que me vêem de doces e belas criaturas;
Anjos tão belos e tão cheios de doces versos;
Que me machucam, me levam aos prantos, perversos;
Compreendo porque não reparam nesta inumana rasura;
Filho de uma besta atirada à séculos no calabouço escuro;
Mais obscuro do que o fundo de minha alma desumana;
De onde o ódio contra tudo o que é santo emana;
Inutilmente olho em volta e uma única esperança procuro;
Não enchergo a minha tão sonhada amada que tanto almejo;
Apenas minha inevitável queda rumo a desgraça vejo;
Que seja para mim a poça fétida e negra da melancolia;
Cheio de inevitáveis remorços e cheio de vazios amores;
Que em meus lábios os repugnantes vermes deixem seus odores;
E que a solidão companheira fiel me acompanhe todos os dias.
